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Chaves do kantei
- Sugata. A forma de Hizen que adotaram, segundo a NBTHK, o segundo Tadahiro, o terceiro Tadayoshi, o primeiro Masahiro, Yukihiro e Tadakuni: largura média ou algo larga, pouca diferença entre a base e a ponta, chū-kissaki por vezes algo longo e uma curvatura de cerca de 6 bu (1,8 cm).
- Jihada. Ko-itame com algum itame, o hada algo visível e ji-nie, na katana de 1639 que a NBTHK estuda.
- Hamon. Alto, de gunome com chōji, com ashi e yō abundantes, nioiguchi denso e muito nie algo irregular, kinsuji e sunagashi, tobiyaki na metade superior e muneyaki. A NBTHK considera-o o mais dinâmico dos ramos laterais de Hizen, e o Museu Nacional de Tóquio destaca a força do seu midare grande de nie grosso nas obras anteriores ao título.
- Bōshi. Reto, de ponta redonda pequena (komaru), com um retorno longo; segue a linha da fukura.
- Nakago e mei. Marcas de lima (yasurime) sujichigai ou ō-sujichigai e a ponta em iriyamagata, segundo a NBTHK; assinaturas 肥前国佐賀住正広 (Hizen no kuni Saga jū Masahiro) e, com o título, 肥前国河内大掾藤原正広 (Hizen no kuni Kawachi Daijō Fujiwara Masahiro).
Um suguha raro
A NBTHK (Sword Journal n.º 749, de 2019) estuda uma katana assinada com o título e temperada em suguha, algo que considera raro em Masahiro: um suguha com ko-gunome em que o nioiguchi segue reto do lado das costas e ondula só do lado do gume, com o hada visível e escuro, algum shin-gane à vista, yubashiri, hotsure e kinsuji longos.
Como distingui-lo
- Do segundo Masahiro. Segundo a NBTHK, o segundo trabalha da mesma forma na sua melhor obra, mas com a têmpera mais larga e as lâminas mais grossas.
- De Yukihiro e Tadakuni. Um notare estreito com grupos de chōji e gunome vê-se em Yukihiro e também em Masahiro e em Harima Daijō Tadakuni; o midare vistoso de nie abundante, com kinsuji e sunagashi, é o de Masahiro, e Yukihiro tem por vezes formas raras na têmpera.
- Da linha principal. Nos ramos laterais costuma ver-se um midare largo e alto, muito variado, frente ao suguha dos Hizen Tadayoshi.