Três vistas a preto e branco de uma katana: as duas faces da espiga, com inscrições longas gravadas, e a ponta com a têmpera.

Prefeitura de Ishikawa, Conselho de Educação · © Prefeitura de Ishikawa

Ko-itame · notare com togari-ba

Obra e estilo

A sua obra mais bem descrita é a katana de 1678, que a prefeitura de Ishikawa considera uma das suas obras representativas, a que melhor exprime a sua maneira de forjar.

Nesta página
  1. Chaves do kantei
  2. O que é da escola
  3. A sua assinatura

Chaves do kantei

  • Sugata. A katana de 1678 é de shinogi-zukuri, com iori-mune, um kasane grosso, uma curvatura alta e um chū-kissaki algo alongado: 81,5 cm de lâmina, 3,1 cm de largura e 3,3 cm de curvatura.
  • Jihada. Ko-itame bem trabalhado, com um belo ji-nie.
  • Hamon. Notare com ko-gunome e pontas agudas (togari-ba), em ko-nie, com ashi e o bordo nítido.
  • Bōshi. Chū-maru, com um retorno curto.
  • Nakago. Sem encurtar (ubu), com a ponta em kurijiri, ha-agari, dois furos e marcas de lima katte-sagari.

O que é da escola

Para o Japanese Sword Index, a escola Kanewaka forja em geral um mokume com masame e ji-nie; tempera ō-notare e ō-gunome que tendem para o hako-midare, com sunagashi grossos; o bōshi é midare-komi pequeno, ko-maru com retorno e por vezes de tipo Mishina; a espiga acaba num kurijiri suave, com marcas de lima sujikai ou katte-sagari, e as assinaturas são quase sempre longas. De Kiyohira diz que o seu estilo se parece com o do pai.

A sua assinatura

O Japanese Sword Index regista as assinaturas «Kashū Fujiwara Kiyohira», «Tsujimura Fujiwara Kiyohira», «Kashū Kanazawa jū Kiyohira saku» e «Odawara Hachimanyama jū Kiyohira». A de 1678 é a mais longa: 相州小田原八幡山住辻村五郎右衛門尉藤原清平 (Sōshū Odawara Hachimanyama jū Tsujimura Gorōemon-no-jō Fujiwara Kiyohira).