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Estilo
Especializou-se no estilo Bizen da época Kamakura e aperfeiçoou um chōji próprio, amplo e luxuoso, que é conhecido como Sumitani chōji. A sua obra vai do tachi ao tantō e da lança ao chokutō; fez o seu próprio aço, como em Kamakura, e reproduziu os pequenos tōsu e kogatana do Shōsōin e do Shitennōji. A cidade de Hakusan descreve as suas obras como robustas e elegantes e chama-lhe o homem que elevou a espada a arte.
A lança Nihongō
A sua réplica da lança 日本号 (Nihongō), forjada em 1967 e gravada por 苔口仙琇 (Kokeguchi Senshū), é tida pela melhor das cópias que existem, segundo a Wikipédia em japonês. A legenda do Museu da Espada Japonesa, que se lê na foto, descreve-a como um 大身槍 (ōmi-yari), uma lança de lâmina grande, de 79,2 cm, de 1967, da coleção do museu. A inscrição oferece-a a 鈴木嘉定 (Suzuki Kajō) em recordação da conclusão do Museu da Espada, e leva a frase 迫日本号 (Nihongō ni semaru, «à altura da Nihongō») com o monograma de 寒山 (Kanzan).
Obras notáveis
- Tachi assinado 傘笠正峯作之 (Sanryū Masamine kore o tsukuru), de agosto de 1993, de 74,8 cm e sori de 2,8 cm, chamado 勸進帳 (Kanjinchō), do Museu Hayashibara (林原美術館, Hayashibara Bijutsukan): n.º 36 da exposição 平成の名刀・名工展 (Heisei no Meitō Meikōten) da NBTHK, em 2019.
- Chokutō de 1983, cópia da espada das sete estrelas (七星剣写, Shichiseiken utsushi), assinado Sanryū Masamine, no Museu de Arte da Prefeitura de Ishikawa, que guarda também peças suas de 1965 e 1995.
- As espadas para o santuário de Ise, desde o tachi de 1964, e as espadas de proteção das princesas Mako, Masako e Kako.